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MUSA DO POETA


(Para professora Gladis)

Alguma coisa em ti,
Me chamou a atenção,
Talvez seu modo de agir,
Fez-me sentir uma emoção.

Te vejo como musa,
E nada além mais,
Te vejo como um estrela confusa,
E ninguém me encantou assim jamais.

Seu rosto tão lindo talvez,
Quem sabe seu intenso olhar,
Escrever estes versos me fez,
E pra sempre te admirar.

Não sei quase nada sobre você,
E pouco me importa isto agora,
Só queria hoje te dizer,
Que és para o poeta uma doce aurora.

Você me encantou,
Não entendi ainda o motivo,
Não pense que fiquei apaixonado, por favor!
Pois um grande e verdadeiro amor eu vivo.

Só sei te dizer,
Que minha musa você é,
Parabéns por você ser,
Uma linda e deslumbrante mulher.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

charla disse…
gostei muito das suas poesias..vc ja sabe. ne..tambem quero uma poesia ta..ficou mto linda a poesia que fizeste a sua prof...por favor nao esqueça da sua amiga e fã tambem...bj..

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A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A gente exige tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Tem coisa que não se precisa viver 100 anos para se aprender.
Tem coisas que nunca aprenderemos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes.
Para quê vê-la de perto, tocá-la, pisá-la? Se a lua é tão bonita vista de longe!
Para quê tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de 1 segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanto coisa e parece não saber de absolutamente nada...
Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/
P.S.: Sinto que não terminei ainda...

ELE ME DEU SENTIDO QUANDO TUDO PARECIA INSEGURO

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Quando tudo não parecia ter saída.
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Sentado ao meu lado, me olhando como se dissesse:
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Ele não conseguiria. Ele havia morrido em meu lugar.
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E sim o que ele tinha para eu viver.
Vi meu chão cair, minhas convicções caírem,
E principalmente a minha religiosidade.
Aquela religião que havia vedado meus olhos...
Ele falo…

JÁ NÃO LEMBRO O QUE COMI...

Estou tão no automático,
Que já nem lembro o que comi,
Um viver dinâmico-estático,
O tempo passou e ainda não percebi.

Meu relógio é o mesmo, de 10 anos atrás,
Mas meu maior segredo,
É meu medo de as horas não sabe mais.

Meus minutos, viraram segundos,
Meus dias, viraram horas,
Já chegou o fim do mundo?
Saberemos quem estava certo agora?

Hoje o dia findará,
E não farei nada do que preciso,
Só sei que preciso lembrar,
Que estou aqui e ainda estou vivo.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/