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UMA POESIA...

(Para uma pessoa especial, Ketllen Regina)

Minhas palavras não têm sentido,
Para o sentido que a vida tem,
Entre dor e quem sabe gemidos,
Sou levado mais além.

Quem sabe ainda vou chorar,
Bem mais do que chorei,
Mas sei que vou amar,
Até quando não mais conseguirei.

A vida, minha e até a sua,
É tão simples, complicada,
Ás vezes, árdua, crua,
O que te faz amada.

Quem sabe você não entenda,
Como nunca entendi,
Nem mesmo compreenda,
O que não compreendi.

Espero que um dia,
Possamos entender,
Da vida a alegria,
De amar e de viver.

És apenas uma menina,
Que ama, sofre e só,
Uma rosa, tão linda,
Com espinhos, pra quê melhor?

Escrevo palavras pequenas,
Complicadas até demais,
Sou poeta apenas,
Não te surpreenderia jamais.

Minhas palavras são completas,
De paz, amor e felicidade,
E quando houver certezas incertas,
No amor não existem verdades.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

ketllen disse…
meu grande presente de aniversario cada palavra ficará guardada meu meu coração e em meu quarto .. obrigada por tudo grande poeta e amigo ♥ Por: ketllen Regina
cleidiane disse…
poesia bem criativa

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A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A gente exige tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Tem coisa que não se precisa viver 100 anos para se aprender.
Tem coisas que nunca aprenderemos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes.
Para quê vê-la de perto, tocá-la, pisá-la? Se a lua é tão bonita vista de longe!
Para quê tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de 1 segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanto coisa e parece não saber de absolutamente nada...
Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/
P.S.: Sinto que não terminei ainda...

COTIDIANO...

Estamos jogando nossas horas fora,
Nossa vida fora,
Trocamos amor por poucos centavos.
Vendemos nossa saúde para comprar remédio,
Vendemos a vida,
Para comprar a fuga da morte.
Estamos apressados para ir deixar nossos filhos na escola,
Queremos chegar cedo no trabalho,
Fugimos do trânsito,
Nossos ouvidos não querem ouvir mais música,
Querem o silêncio.
Tomamos tantos comprimidos que eles já nem fazem efeito.
Estamos jogando nossa vida fora,
Pois isso que fazemos não é viver.
Não tomamos mais banho de chuva para não adoecermos,
Mas fazemos hora exata e trabalhamos mais do que deveríamos,
Porque se adoecermos temos como pagar.
Pagaremos outra vida?
Outra chance?
A vida tem um botão para reiniciar?

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

JÁ NÃO LEMBRO O QUE COMI...

Estou tão no automático,
Que já nem lembro o que comi,
Um viver dinâmico-estático,
O tempo passou e ainda não percebi.

Meu relógio é o mesmo, de 10 anos atrás,
Mas meu maior segredo,
É meu medo de as horas não sabe mais.

Meus minutos, viraram segundos,
Meus dias, viraram horas,
Já chegou o fim do mundo?
Saberemos quem estava certo agora?

Hoje o dia findará,
E não farei nada do que preciso,
Só sei que preciso lembrar,
Que estou aqui e ainda estou vivo.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/