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VOU GUARDAR MEU CORAÇÃO... (ACRÓSTICO)

Rua vazia, estrada solitária,
E ainda não é dia, que vida precária,
Não sei agora o que fazer,
Aqui dentro? Vestígios de você,
Tantas vezes me feriu,
Assim de repente, sem explicação... sumiu.

Minha vida está em pedaços,
Então, é só tentar refazer esse bagaço,
Lutar, pra reescrever uma história,
Lembrar, de tudo, sem você agora,
O sol já brilha, a noite foi embora

Sou forte o suficiente,
Imensa em mágoas, mas vou seguir em frente,
Luz brilhou na minha escuridão,
Vou me proteger, guardar meu coração,
Aqui dentro, entrar de novo, não será fácil não!

(Dedicado à Renata Mello Silva)

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

Anônimo disse…
bom comeco

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A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe... A gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A vida é deveras simples, mas complicamos tanto.
Exigimos tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Insistimos tanto em errar, mesmo quando ouvimos um conselho de um amigo que dizia que aquele não era o caminho.
Entenda... Tem coisa que não se precisa viver cem anos para se aprender.
E tem coisas que nunca aprenderemos.
Além disso, tem coisas que nunca viveremos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes facilmente.
Para que ver a lua de perto, tocá-la, pisá-la? Se ela é tão bonita vista de longe!
Às vezes a nossa felicidade já está na porta, mas sempre olhamos para aquela que não temos.
Sempre estamos correndo atrás de coisas tão passageiras.
Para que tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de um segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanta coisa e parece não saber de absolutamente nada...
A gente …

PARTIDO...

E quando as luzes se apagarem?
E não houver mais ninguém?
Quando as flores murcharem,
Existir mal onde morou o bem?

E quando a música cessar?
Quando a saudade for culpada,
E meu peito apertar?
E aqui não ter mais nada?

E quando não houver mais nem abraço?
E não puder fazer mais nem um pedido?
Daquela pintura não ficou nenhum traço?
E só ficou um coração partido...!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

COTIDIANO...

Estamos jogando nossas horas fora,
Nossa vida fora,
Trocamos amor por poucos centavos.
Vendemos nossa saúde para comprar remédio,
Vendemos a vida,
Para comprar a fuga da morte.
Estamos apressados para ir deixar nossos filhos na escola,
Queremos chegar cedo no trabalho,
Fugimos do trânsito,
Nossos ouvidos não querem ouvir mais música,
Querem o silêncio.
Tomamos tantos comprimidos que eles já nem fazem efeito.
Estamos jogando nossa vida fora,
Pois isso que fazemos não é viver.
Não tomamos mais banho de chuva para não adoecermos,
Mas fazemos hora exata e trabalhamos mais do que deveríamos,
Porque se adoecermos temos como pagar.
Pagaremos outra vida?
Outra chance?
A vida tem um botão para reiniciar?

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/