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TUDO O QUE HOUVE COM A GENTE...


E por que tem que ser assim?
Tão difícil e complicado?
Não conseguir tirar de si,
Não conseguir ser apagado?

É tão difícil ter memória,
Que assusta e atormenta,
Perceber somente agora,
Que a saudade só aumenta.

Na verdade não entendo,
Nem tão pouco entenderei,
Os sinais acabei não vendo,
E os motivos já nem sei.

É fácil dizer que tudo se vai,
É fácil nos primeiros momentos,
Depois vai doendo mais,
Depois vêm os tormentos.

Não sei o que será,
Nem ao menos o que sentir,
Mas quando isso tudo acabar,
Já não mais estarei aqui.

Viverei uma história diferente,
Pois já não vale a pena,
Tudo o que houve com a gente,
Na minha mente será só mais uma cena...

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

Anônimo disse…
muiiiiiiitooooo boom. acho que já li esse texto em algum lugar RS... ah! lembrei, foi hoje mas cedo, quando estava na sua aula. prof muito bom o texto, alem de lindo e uma coisa unica, cada palavra e cada virgula posta em seus textos sempre me faz querer esperar a próxima postagem. sucesso e felicidade.. aguardo a próxima..
Anônimo disse…
UP> Luana Brito

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A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A gente exige tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Tem coisa que não se precisa viver 100 anos para se aprender.
Tem coisas que nunca aprenderemos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes.
Para quê vê-la de perto, tocá-la, pisá-la? Se a lua é tão bonita vista de longe!
Para quê tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de 1 segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanto coisa e parece não saber de absolutamente nada...
Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/
P.S.: Sinto que não terminei ainda...

COTIDIANO...

Estamos jogando nossas horas fora,
Nossa vida fora,
Trocamos amor por poucos centavos.
Vendemos nossa saúde para comprar remédio,
Vendemos a vida,
Para comprar a fuga da morte.
Estamos apressados para ir deixar nossos filhos na escola,
Queremos chegar cedo no trabalho,
Fugimos do trânsito,
Nossos ouvidos não querem ouvir mais música,
Querem o silêncio.
Tomamos tantos comprimidos que eles já nem fazem efeito.
Estamos jogando nossa vida fora,
Pois isso que fazemos não é viver.
Não tomamos mais banho de chuva para não adoecermos,
Mas fazemos hora exata e trabalhamos mais do que deveríamos,
Porque se adoecermos temos como pagar.
Pagaremos outra vida?
Outra chance?
A vida tem um botão para reiniciar?

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

JÁ NÃO LEMBRO O QUE COMI...

Estou tão no automático,
Que já nem lembro o que comi,
Um viver dinâmico-estático,
O tempo passou e ainda não percebi.

Meu relógio é o mesmo, de 10 anos atrás,
Mas meu maior segredo,
É meu medo de as horas não sabe mais.

Meus minutos, viraram segundos,
Meus dias, viraram horas,
Já chegou o fim do mundo?
Saberemos quem estava certo agora?

Hoje o dia findará,
E não farei nada do que preciso,
Só sei que preciso lembrar,
Que estou aqui e ainda estou vivo.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/