Pular para o conteúdo principal

COM UM GIZ...

Que bom seria,
Se soubéssemos perdoar!
Quando fosse a noite e viesse o dia,
Mágoas eu não insistisse em guardar.

Que bom seria,
Se aproveitássemos cada segundo,
Se em nós houvesse agonia,
Ao pensar em um possível fim do mundo!

Que bom seria,
Se em nós houvesse compaixão,
Vontade de tornar a dor, alegria,
Levar paz a cada coração.

Que bom seria,
Se nós ainda fossemos criança,
Fizéssemos da coisas sérias, folia,
Fazer do grão, a mais forte esperança.

Que bom seria,
Se em nós não houvesse medo,
Na noite escura e fria,
Desvendar tantos segredos.

Que bom seria,
Se não houvesse saudade,
Se toda procura tardia,
Transformasse em tão grande felicidade.

Que bom seria,
Se eu fizesse um mundo com um giz,
Um melhor talvez faria,
Se não! Com certeza um mais feliz...

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

Eu posso te garantir que tem um mundo assim...eu também sonho com um mundo desse jeito, e nele quero morar...(NO céu, morada do meu Deus)

Postagens mais visitadas deste blog

A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A gente exige tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Tem coisa que não se precisa viver 100 anos para se aprender.
Tem coisas que nunca aprenderemos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes.
Para quê vê-la de perto, tocá-la, pisá-la? Se a lua é tão bonita vista de longe!
Para quê tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de 1 segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanto coisa e parece não saber de absolutamente nada...
Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/
P.S.: Sinto que não terminei ainda...

ELE ME DEU SENTIDO QUANDO TUDO PARECIA INSEGURO

Ele deu sentido quando tudo parecia inseguro,
Quando tudo não parecia ter saída.
Ele me fez enxergar muito além dos meus olhos.
Estava só, nu e sem face.
E ele me abraçou com tanto carinho.
Vi meu rosto se molhar de lágrimas.
Pela primeira vez lágrimas verdadeiras, lágrimas com sentido.
Fui ao mais profundo que alguém pode ir e lá estava ele,
Sentado ao meu lado, me olhando como se dissesse:
“Eu ainda estou aqui! Você é meu filho, lembra?”
Nunca entendi o que era esse “tal” que tanto me falaram.
Acho que estava apenas iludido.
Entender o seu amor mudou a minha vida!
Ele me fez entender que não importava o que eu fizesse,
Ele continuaria me amando!
E mesmo que eu quisesse ou pedisse para ele me esquecer,
Ele não conseguiria. Ele havia morrido em meu lugar.
Ele me disse que o que valia não era o que havia vivido
E sim o que ele tinha para eu viver.
Vi meu chão cair, minhas convicções caírem,
E principalmente a minha religiosidade.
Aquela religião que havia vedado meus olhos...
Ele falo…

JÁ NÃO LEMBRO O QUE COMI...

Estou tão no automático,
Que já nem lembro o que comi,
Um viver dinâmico-estático,
O tempo passou e ainda não percebi.

Meu relógio é o mesmo, de 10 anos atrás,
Mas meu maior segredo,
É meu medo de as horas não sabe mais.

Meus minutos, viraram segundos,
Meus dias, viraram horas,
Já chegou o fim do mundo?
Saberemos quem estava certo agora?

Hoje o dia findará,
E não farei nada do que preciso,
Só sei que preciso lembrar,
Que estou aqui e ainda estou vivo.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/