Pular para o conteúdo principal

DEMÊNCIA


Pai, não deixe que o  dia termine,
Sem que eu busque tua presença,
Por favor, aproveite e me ensine,
A fugir dessa demência.

Tenho achado-me impuro,
Outra vez pequei,
Estou outra vez no escuro,
Outra vez, aqui me achei.

Tenho estado ocupado,
Com coisas que deviam me levar a ti,
Mas sei que nesse meu estado,
Não posso te fazer sorrir.

Socorre-me pai!
Ajuda-me agora!
Minha força se vai,
Mas por favor não te demora.

Espero te encontrar,
Onde talvez eu perdi,
Poder te abraçar,
E viver para o que eu nasci...

Autor:Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

Anônimo disse…
... Nossa palavras lindas, palavras que de fato te faz enchergar aquilo que vc de si msm esquece.. As vezes quando o dia acaba esquecemos de agradecera Deus pelas oportunidades , mas depois q abro seu blogg eu sim sei o q devo fazer depois. Que Deus continue lhe conduzindo, seus pensamentos valem ouro, não por dinheiro mas riquezas de pensamento.. Sucesso fessor.
Up; Luana Brito.. Eu amo seus textos..

Postagens mais visitadas deste blog

A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A gente exige tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Tem coisa que não se precisa viver 100 anos para se aprender.
Tem coisas que nunca aprenderemos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes.
Para quê vê-la de perto, tocá-la, pisá-la? Se a lua é tão bonita vista de longe!
Para quê tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de 1 segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanto coisa e parece não saber de absolutamente nada...
Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/
P.S.: Sinto que não terminei ainda...

COTIDIANO...

Estamos jogando nossas horas fora,
Nossa vida fora,
Trocamos amor por poucos centavos.
Vendemos nossa saúde para comprar remédio,
Vendemos a vida,
Para comprar a fuga da morte.
Estamos apressados para ir deixar nossos filhos na escola,
Queremos chegar cedo no trabalho,
Fugimos do trânsito,
Nossos ouvidos não querem ouvir mais música,
Querem o silêncio.
Tomamos tantos comprimidos que eles já nem fazem efeito.
Estamos jogando nossa vida fora,
Pois isso que fazemos não é viver.
Não tomamos mais banho de chuva para não adoecermos,
Mas fazemos hora exata e trabalhamos mais do que deveríamos,
Porque se adoecermos temos como pagar.
Pagaremos outra vida?
Outra chance?
A vida tem um botão para reiniciar?

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

JÁ NÃO LEMBRO O QUE COMI...

Estou tão no automático,
Que já nem lembro o que comi,
Um viver dinâmico-estático,
O tempo passou e ainda não percebi.

Meu relógio é o mesmo, de 10 anos atrás,
Mas meu maior segredo,
É meu medo de as horas não sabe mais.

Meus minutos, viraram segundos,
Meus dias, viraram horas,
Já chegou o fim do mundo?
Saberemos quem estava certo agora?

Hoje o dia findará,
E não farei nada do que preciso,
Só sei que preciso lembrar,
Que estou aqui e ainda estou vivo.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/