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ÀS VEZES SOMOS COMO CRIANÇAS...

Às vezes temos crise de infantilidade e nos cansamos do que somos e vivemos.
Às vezes somos infantis ao ponto de querer sumir, sem se importar com nossa ausência.
Às vezes somos como crianças que insistimos em correr até o perigo. Nos arriscamos e quebramos a cara.
Às vezes nossa pouca idade mental faz com que batamos o pé e não queiramos ouvir nada de ninguém.
Às vezes somos tão imaturos que brigamos para ter razão, embora saibamos que estamos errados.
Às vezes não crescemos, embora as horas já se passaram.
Às vezes a vida passa, mas ainda somos a mesma criança...

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

Comentários

Anônimo disse…
Achava que ser 'ainda criança", seria bom.
Porém, as vezes ser criança, seja apenas esconder da real realidade vivida.
Como sempre, Parabéns!

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A GENTE PRECISA DE TÃO POUCO PARA SER FELIZ!

Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!
A gente exige tanto do outro, exigimos tanto de nós mesmos.
Tem coisa que não se precisa viver 100 anos para se aprender.
Tem coisas que nunca aprenderemos.
Nem todos iremos à lua, como nem todos são felizes.
Para quê vê-la de perto, tocá-la, pisá-la? Se a lua é tão bonita vista de longe!
Para quê tanto dinheiro? Se a vida acaba em menos de 1 segundo!
A gente tem tantos colegas e tão poucos amigos.
Conhece tantas mulheres, mas só precisa de uma para ser feliz.
Conhece tanto coisa e parece não saber de absolutamente nada...
Sabe, a gente precisa de tão pouco para ser feliz!
Tão pouco para se sentir amado!

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/
P.S.: Sinto que não terminei ainda...

DE NÓS, NÃO DESISTA...

Quando você me conheceu,
Claro que não viu meus defeitos,
Com o tempo entendeu,
Que eu não sou perfeito.

Às vezes raiva sinto,
Outras até elevo a voz,
Sofro, não minto,
Quando há algo ruim entre nós.

Já dormimos brigados,
Já pensamos em desistir,
Reconhecemos que estávamos errados,
Quantas vezes perdão tive que pedir.

O medo já bateu à porta,
A dúvida também,
Mas com o tempo nada importa,
Pois quase sempre estamos bem.

Somos tão diferentes,
Meu mundo é maluco,
Já ficamos doentes,
Já colhemos tantos frutos.

Não é fácil como parece,
É dirigir em perigosa pista,
Como alguém que nem lhe merece,
Peço, de nós, não desista.

Autor: Oziel Soares de Albuquerque
www.ozielpoeta.blogspot.com/

ELE ME DEU SENTIDO QUANDO TUDO PARECIA INSEGURO

Ele deu sentido quando tudo parecia inseguro,
Quando tudo não parecia ter saída.
Ele me fez enxergar muito além dos meus olhos.
Estava só, nu e sem face.
E ele me abraçou com tanto carinho.
Vi meu rosto se molhar de lágrimas.
Pela primeira vez lágrimas verdadeiras, lágrimas com sentido.
Fui ao mais profundo que alguém pode ir e lá estava ele,
Sentado ao meu lado, me olhando como se dissesse:
“Eu ainda estou aqui! Você é meu filho, lembra?”
Nunca entendi o que era esse “tal” que tanto me falaram.
Acho que estava apenas iludido.
Entender o seu amor mudou a minha vida!
Ele me fez entender que não importava o que eu fizesse,
Ele continuaria me amando!
E mesmo que eu quisesse ou pedisse para ele me esquecer,
Ele não conseguiria. Ele havia morrido em meu lugar.
Ele me disse que o que valia não era o que havia vivido
E sim o que ele tinha para eu viver.
Vi meu chão cair, minhas convicções caírem,
E principalmente a minha religiosidade.
Aquela religião que havia vedado meus olhos...
Ele falo…